Altitude ortométrica, altura elipsoidal e geoide: por que o Z do GNSS não é a cota de obra
Um receptor GNSS entrega um valor Z, mas isso não o transforma automaticamente na cota de construção. A referência vertical exige o mesmo cuidado que o sistema de coordenadas horizontal.
Pontos-chave em campo
- A altura GNSS é normalmente tratada como altura elipsoidal.
- Cotas de obra geralmente exigem altitude ortométrica ligada a um datum vertical.
- A relação fundamental é h = H + N.
- O modelo geoidal utilizado precisa ser documentado.
- Registre o datum vertical e as verificações de controle junto aos valores Z.
Precisão horizontal não garante precisão vertical
Um receptor GNSS pode dar ótimas coordenadas E/N enquanto o valor Z ainda exige um tratamento cuidadoso da referência vertical.
h = H + N
A relação h = H + N liga altura elipsoidal, altitude ortométrica e ondulação geoidal. Saiba qual tipo de altura o receptor e o software estão usando antes de entregar cotas.
Controle em campo
Confira pontos de cota conhecida, documente o modelo geoidal e apoie as cotas críticas com nivelamento ou estação total.
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Perguntas frequentes
O Z do GNSS é sempre a cota de obra?
Não. Verifique a referência vertical e o tipo de altura.
O que significa h = H + N?
Relaciona altura elipsoidal, altitude ortométrica e ondulação geoidal.
O que é preciso para cotas críticas?
Controle de cota conhecida e, muitas vezes, apoio de nivelamento ou estação total.
Referências técnicas
As recomendações de campo deste artigo se apoiam nos padrões técnicos e fontes oficiais listados abaixo.
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