Organização

Sistema de nomes de camadas para trabalho de campo

Um nome de camada se escreve uma vez e se lê por anos, quase sempre por outra pessoa.

Pontos-chave em campo

  • Use um padrão fixo, não nomes improvisados.
  • Distinga medido de importado no próprio nome.
  • Evite abreviações que só você entende.
  • Inclua a data se o projeto se repete.
  • Combine o padrão antes de existirem dados.

Um padrão, não ideias soltas

Defina um padrão como tipo de feição, origem e data, e siga. Nomes inventados no caminho são impossíveis de organizar quando há vinte camadas.

Distinga a origem no nome

Que se veja de relance o que você mediu e o que importou de uma referência. É a distinção que evita uma linha de referência acabar citada como resultado de medição.

Escreva para quem abre o arquivo

Abreviações que faziam sentido em campo não significam nada três meses depois nem para o técnico do escritório.

Combine antes de começar

Renomear camadas com centenas de feições dentro é lento e sujeito a erro; combinar o padrão custa cinco minutos.

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Em campo · MapLab Survey

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O MapLab Survey faz captura de pontos RTK/GNSS, desenho, cálculo de área e volume e conversão de coordenadas, e exporta para DXF, KML/KMZ, GeoJSON, Shapefile, GeoPackage, NCZ ou CSV. Captura, cálculo e exportação funcionam offline. Correções NTRIP ao vivo e mapas base online exigem conexão.

Perguntas frequentes

Incluo a data no nome?

Sim, se o trabalho se repete ao longo do tempo.

Quantas camadas são demais?

As que você já não consegue percorrer de relance.

Os nomes se mantêm ao exportar?

Sim, em DXF e formatos GIS.

Referências técnicas

As recomendações de campo deste artigo se apoiam nos padrões técnicos e fontes oficiais listados abaixo.

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